RALLY X-FIGHT 2018 / RALLY CROSS - REGULAMENTO

29/06/2018 - 00:43:20

 

 

     RALLY CROSS     X-Fight_2018

          REGULAMENTO 

 

A FEDERAÇÃO PARAIBANA de MOTOCICLISMO - FEPAMO, apresenta o presente regulamento, que entra em vigor na data de sua publicação e tem vigência até 31 de dezembro de 2018 sendo aplicado em toda e qualquer prova da modalidade Rally CROSS nas provas do Rally X-Fight.

 

ART.01 - Este regulamento entrará em vigor a partir do momento de sua publicação e divulgação pela organização do Rally X-Fight e pela FEPAMO junto aos seus filiados.

 

ART.02 - DEFINIÇÃO

 

A Rally CROSS X-Fight é uma Competição de Rally em circuito fechado, disputada em 01 (uma) ou mais voltas, com provas individuais, conforme calendário divulgado nos meios de comunicação oficial do evento:

            https://www.rallyxfight.com.br/  e/ou https://www.facebook.com/RallyXFight/

            http://sussuaranaracing.com.br/

 

2.1 O Rally X-Fight 2018 será disputada somente por pilotos individualmente, respeitadas suas categorias.

 

2.2 – O Rally X-Fight poderá utilizar os nomes comerciais “RALLY CROSS PB” e “X-FIGHT”. Todas as peças promocionais ou informativas onde esses nomes comerciais aparecerem, estarão se referindo ao Rally X-Fight.

 

ART.03 - RALLY CROSS

 

Uma corrida consiste em uma série de rodadas classificatórias que contam pontos para definir os pilotos que farão parte da semifinal ou diretamente para a final, conforme o número de pilotos inscritos em cada categoria.

 

As eliminatórias consistem sempre em sessões de 3 (três) a 5 (cinco) veículos cada, já as semifinais consistem em sessões de 3 (três) a 5 (cinco) veículos cada, enquanto a grande final será realizada em uma sessão única com 4 (quatro) ou (6) seis veículos, conforme o número de pilotos inscritos em cada categoria.

 

No caso de realização de 2 (duas) sessões de semifinais, os 3 (três) primeiros colocados nas semifinais se classificam para o evento final, sendo dado tempo suficiente (mínimo de 10 minutos) para que suas equipes trabalhem em seus carros enquanto outros continuam competindo.

 

ART.4 - CIRCUITO:

 

Consiste num circuito fechado com extensão variando entre 1 (um) e 2 (dois) quilômetros, com largada (estática) e chegada no mesmo local, sendo realizado em no mínimo 4 (quatro) e no máximo 6 (seis) voltas por rodada/bateria.

 

Em caso de força maior (chuvas e/ou interferências externas) ou atrasos ocasionados por acidentes, que obriguem a organização a alterar o trajeto de uma prova, a distância total somente poderá ser alterada respeitando a distância mínima de 1 (um) km de trajeto.

 

4.1 – Joker - Cada percurso está equipado com duas rotas: a via principal e a rota do Joker, que cada piloto deve usar obrigatoriamente uma vez por corrida. A rota do Joker é mais longa que a rota principal, para desacelerar os carros em relação a via principal.

 

Dependendo do evento, a rota do Joker pode ter obstáculos adicionais que retardam significativamente os carros, tornando a rota principal ainda mais rápida.

 

Caso o piloto não cumpra o trajeto obrigatório do Jonker, o mesmo será desclassificado na bateria/rodada em que o fato ocorrer.

 

ART.5 - ORDEM DE LARGADA:

 

Nas rodadas classificatórias será definida por sorteio em cada categoria, sendo modificada a cada rodada, ou seja, em cada uma das rodadas cada piloto saberá antecipadamente sua ordem de largada e largará em uma posição diferente da bateria anterior.

 

Na rodada semifinal e final, a ordem de largada será definida em função da classificação (tempo de prova) do pilotos na rodada anterior.

 

ART.6 - EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA:

 

Devido a característica de risco inerente ao esporte Off-Road no qual voluntariamente os Pilotos se habilitam a correr, a organização da prova e/ou a FEPAMO e/ou a CBM, sob nenhuma hipótese será responsável ou poderá ser responsabilizada, pelo uso ou não, de equipamentos individuais de segurança ou por qualquer lesão decorrente da participação na prova que venha a acontecer ao piloto, ao seu veículo, ou equipamentos durante a realização da prova.

 

6.1 – Cabe ao organizador da prova e/ou a CBM e/ou a FEPAMO unicamente a organização, gerenciamento técnico, fiscalização, apuração, classificação e resultados, ficando claro e determinado que os pilotos são responsáveis pelos seus equipamentos individuais de segurança e deverão usar os equipamentos indicados à prática do Off-Road, sendo obrigatório no mínimo: Capacete, óculos, camisa manga longa, luvas, calça e calçado fechado.

 

Características técnicas e itens de segurança obrigatórios da categoria UTV:

  1. O concorrente deste tipo de veículo deve estar protegido por capacete, óculos no caso de capacetes de MotoCross e/ou abertos e luvas. Recomendado o uso de indumentária (macacão) de material anti-chamas homologados para competição. Proibido o uso de camisetas de mangas curtas e proibido o uso de shorts ou bermudas.
  2. Obrigatório o uso de redes laterais protetoras nas duas portas, travadas nas 4 faces.
  3. Obrigatórios bancos em forma de concha homologados para competição.
  4. Obrigatórias portas (alumínio ou plástico rígido) ou similar fechado desde que proteja a área das mesmas nas laterais do UTV.
  5. Obrigatório a existência de cintos de segurança de no mínimo 4 (quatro) pontos fixos a estrutura do veículo e/ou 5 (pontos) recomendado.
  6. A parte de cima do teto tem que ser fechada (Chapa, Fibra, Plástico) e com travamento;
  7. O UTV deverá estar munido de um corta cintos no seu interior.
  8. Rádio VHF – frequências da organização e da prova fornecidas por cada organizador (pode ser rádio portátil).
  9. Reforço na estrutura tubular do veículo, conforme anexo e homologado pelo departamento técnico da CNR- CBM que será detalhado e publicado em adendo anexo;
  10. Um espelho retrovisor no mínimo.
  11. É recomendado nestes veículos ter instalado um dispositivo de corta-corrente (com sinalização adequada) capaz de fazer parar o motor do veículo em qualquer situação, quer pelo piloto no interior ou outras pessoas no exterior.
  12. É recomendada a existência de no mínimo um extintor de 2,0kg ou mais no interior do veículo e de fácil acesso.
  13. Cinta de Reboque com mosquetões.
  14. Entende-se por original somente as peças dos modelos específicos, conforme Nota Fiscal de fábrica. Assim cada piloto deverá acompanhar com a Nota Fiscal para ter certeza que vieram no modelo especifico.
  15. REFORÇOS NA ESTRUTURA TUBULAR DOS UTVS.

15a É obrigatório o reforço na estrutura tubular dos veículos em competição, a fim de fortalecer a estrutura da gaiola original, visando maior segurança aos competidores em caso de acidente.

15b. O material utilizado nos reforços estruturais deve ser no mínimo com tubos de aço carbono (Aço 1020) sem costura trefilados, medida 38mm x 2,5mm. Esse aço é utilizado como matéria-prima em vários segmentos de mercado e em diversas aplicações que exijam precisão dimensional e resistência mecânica. Esses tubos são produzidos conforme normas internacionais de fabricação (DIN 2391).

15c. Os pontos de fixação deverão ser através de braçadeiras o que nos dá uma maior resistência mecânica e praticidade de montagem, ou soldadas desde que aprovada pela vistoria técnica.

15d. Os desenhos das estruturas devem seguir o especificado no Regulamento de Rally Cross Country 2018 da CBM – Confederação Brasileira de Motociclismo.

 

ART.07 - PONTUAÇÃO PARA CADA ETAPA:

 

7.1 A cronometragem e apuração estão sob a responsabilidade do Diretor de Prova. Somente pilotos que efetivamente passem pelo ponto de chegada de cada prova, tendo cumprido integralmente o roteiro (incluindo a passagem no Joker) poderão figurar nos resultados como classificados.

 

7.2.2 UTVs: Cada piloto ganhará pontos em cada uma das rodadas/baterias em que ele participar, os pontos serão obtidos de acordo com sua classificação em cada prova de acordo com a tabela abaixo:

 

Classif.

Pontos

Classif.

Pontos

Classif.

Pontos

15

08

11º

03

13

07

12º

02

11

06

13º

01

10

05

 

 

9

10º

04

 

 

 

ART.8 - CATEGORIAS:

 

O Rally CROSS X-Fight Rally 2018 será disputada em 3 categorias são elas:

 

8.1 - UTV Aspirado - Para veículos com até 111 HP de potência original de fábrica - Polaris ou CanAm de até 1.000cc;

     Não é permitido adição de turbo;

   Roda e pneus livres;

     Pastilha de freio livres;

     Correia do CVT livre;

     Barra de direção livre;

     Barra de convergência livre;

     Filtro de ar livre;

     Escamento livre;

     Refrigeração: livre;

     Programação de ECU e módulo livre;

Amortecedores: obrigatório ser o original do veículo, sendo permitida troca da mola, troca de óleo e revalvulamento;

     Motor e CVT obrigatório original do veículo.

Obs: o item que não estiver especificado aqui como livre deverá ser o original do veículo.

 

8.1.1 - Handcap - Para o caso de pilotos inscritos com veículos Polaris de 1.000cc nesta categoria, será aplicado o critério de handcap para criar o equilíbrio na disputa com os veículos de 900cc, sendo somado ao tempo de cada piloto em cada bateria um acréscimo de 1 segundo e/ou fração de segundo, para cada quilometro de trajeto na volta realizada.

 

Porém se no desenrolar da prova o piloto inscrito nesta categoria, obtiver os tempos nas especiais entre os 3 (três) primeiros da categoria UTV Turbo, o mesmo será TRANSFERIDO para a categoria acima (UTV Turbo).

 

8.2 - UTV Turbo - Para todos os UTVs turbos (superalimentados) somente com câmbio CVT.

Permitido o uso de câmbio sequencial para UTVs aspirados.

Chassis livre, permitido reforços.

Pontos de fixação de motor e suspensão livres.

Todos os UTVs independente da cilindrada que não se enquadrem nas outras categorias.

 

8.3 - UTV Turbo MASTER - Os mesmos itens técnicos da categoria UTV Turbo.

Obrigatória para os pilotos com os melhores índices técnicos (desempenho e pontuação conquistada em provas corridas) da categoria UTV – PRÓ e/ou Turbo a partir das temporadas 2016 de quaisquer campeonatos regionais ou nacionais de UTVs e do Rally X-Fight.

 

ART.9 - CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DO NÍVEL DE EXPERIÊNCIA DO PILOTO:

 

Uma comissão técnica da organização da Rally X-Fight e/ou da FEPAMO classificará os pilotos conforme sua experiência e resultados em provas anteriores, promovidas por ela e/ou outras Federações e/ou a CBM, distribuindo-os em cada nova categoria.

 

Para o caso dos pilotos não conhecidos da comissão técnica, poderá ser consultado na internet e com outras Federações sobre o nível técnico daquele piloto, se mesmo assim não se puder definir a categoria a que pertence o piloto, o mesmo poderá se inscrever na categoria que lhes convier, porém se no desenrolar da prova o piloto inscrito em uma categoria mais baixa, obtiver os tempos nas especiais entre os 3 (três) primeiros da categoria acima, o mesmo será TRANSFERIDO para esta categoria.

 

ART.10 - CRONOMETRAGEM:

 

10.1 A apuração será feita através de equipamentos (data logger) de rastreamento por satélite (GPS), podendo também ser feita ou não por equipamento Fotocélula e/ou máquina coletora de tempo na chegada. Será utilizado também o sistema GPS para verificar eventuais cortes de caminho.

 

10.2 Será usado no mínimo 01 (um) equipamento de rastreamento via satélite (GPS), sendo recomendado o uso de 02 (dois) equipamentos por piloto. Os equipamentos serão fornecidos pela organização antes da largada da prova e deverão ficar junto ao corpo do competidor dentro da pochete fornecida pela organização e/ou fixado no veículo.

 

Obs: A organização da Prova poderá determinar tantos Postos de Controle de Roteiro (PCR) quantos achar necessário para a certificação do cumprimento do trajeto estabelecido. Tais PCR poderão virtuais (way points pré-determinados) computados por GPS oficial.

 

10.3 O competidor poderá assinar um termo de responsabilidade (se assim a organização definir), no momento da entrega do(s) equipamento(s) onde assume a total responsabilidade sobre o(s) mesmo(s). Caso o competidor não devolva o equipamento, em condições de funcionamento ao final do evento, independentemente do motivo (roubo, perda, danos propositais ou não, etc..) o mesmo deverá reembolsar o valor de R$350,00 (trezentos e cinquenta reais) ou o valor especificado no termo de responsabilidade, para a organização em até no máximo 10 dias corridos.

 

10.4 Os dados de cada competidor será(ão) coletado(s) pelo(s) coletor(es) de dados GPS, em todo trajeto da prova, desde a largada até a chegada. A apuração será realizada através destes dados coletados, entre eles: hora com precisão de décimos de segundos e posição geográfica (latitude e longitude).

 

10.5 Em cada rodada da prova, o coletor de dados deverá ser retirado e entregue sempre na secretaria ou em outro local especificado pela organização. Se o aparelho não for devolvido, no local especificado pela organização, em até 5 (cinco) minutos além do horário ideal do final da prova (de cada competidor) o concorrente será desclassificado, sem direito a reclamação. Será da responsabilidade do competidor a devolução do(s) aparelho(s) mesmo após o prazo, caso contrário será cobrado o valor definido pela organização e ou empresa contratada para cronometragem do evento.

 

10.6 Fica facultado à organização, ler os GPS entregue fora do prazo e emitir relatório individual de passagens do piloto, desde que ocorra antes da emissão/divulgação do resultado geral da etapa.

 

10.7 O equipamento de data logger (GPS) deverá atender as necessidades abaixo:

  1. Não será permitida nenhuma instalação elétrica nos veículos de competição;
  2. Para levantamento deverá ser usado um equipamento GPS similar ao utilizado para coleta dos dados dos competidores, ou seja, que marque o track no mínimo de 1 (um) em 1 (um) segundo.

 

10.8 Poderá haver controle de velocidade máxima em qualquer trecho da prova, os limites quando estabelecidos, serão divulgados em briefing e informados através de placas indicativas dentro do trajeto de cada prova. Qualquer pico de velocidade de um competidor acima da velocidade máxima estabelecida no trecho implicará uma penalidade de 1 minuto pontos por pico atingido. Haverá uma tolerância de 10% na velocidade máxima estabelecida e dentro da faixa de tolerância não haverá penalidade.

 

10.9 Definição de pico de velocidade: Sempre que a velocidade exceder a velocidade máxima crescida de sua tolerância, em mais de 10 segundos seguidos é considerado um pico.

 

10.10 FALHA NOS COLETORES (GPS)

 

10.10.1 O piloto que não tiver seus dados computados na ficha individual de passagens, decorrente de falha nos GPS principal e/ou reserva, poderá entregar arquivo com os dados de um coletor (GPS) próprio, caso tenha, em até 10 (dez) minutos após o horário ideal do final da prova (de cada competidor).

 

10.10.2 Caso o competidor use qualquer outro modelo de GPS reserva, seu funcionamento fica sob responsabilidade do competidor, bem como a descarga e fornecimento dos dados. A responsabilidade de entrega do arquivo será do piloto ou de um representante, que deverá registrar a entrega.

 

10.10.3 O arquivo do GPS reserva deverá ser entregue no ambiente onde se realiza a apuração e deve seguir as seguintes indicações:

  1. Deverá ser entregue o GPS do competidor e/ou o arquivo do track em “pen drive USB” compatível com Windows XP ou superior no formato GTM compatível com Track Maker versão 13.0 ou superior, ou no padrão NMEA.
  2. Os dados devem OBRIGATORIAMENTE ter sido coletados de 1 em 1 segundo

 

10.10.4 Em caso de falha nos GPS, detectado pela organização do evento em uma das rodadas de uma prova, será atribuído ao competidor a classificação obtida por ele conforme relatório do fiscal de chagada, sendo atribuído o tempo médio entre os pilotos que se classificarem imediatamente a frente e imediatamente atrás dele na bateria em que o fato ocorrer..

 

ART.11 - INSCRIÇÕES:

 

As inscrições devem ser feitas em local e/ou site pré-determinados pela organização da prova. O valor da inscrição e a quantidade de vagas serão anunciados no regulamento particular. O piloto que perder o prazo de inscrição largará nas vagas se ainda existirem, caso não haja mais vagas este não participará da prova.

 

ART.12 - DEVERES DO PILOTO:

 

É dever de todos os pilotos participarem do Briefing e manter o mais alto espírito esportivo para os demais concorrentes, antes, durante e após a competição e respeitar todas as disposições constantes no presente regulamento e seus adendos, bem como o Código nacional de Trânsito e as disposições do código Estadual de Desportes. Podendo este ser penalizado ou desclassificado dependendo da infração.

 

Ao assinarem a ficha de inscrição, os pilotos se comprometem a seguir o regulamento e se responsabilizam Civil e Criminalmente pelos seus atos, eximindo os organizadores, os promotores e patrocinadores da prova, a FEPAMO, a CBM, de toda e qualquer espécie de responsabilidade por danos que venha a causar a terceiros e ou a si próprio, antes, durante e após o desenrolar da competição.

 

OBS: Todos competidores da prova se comprometem a devolver os equipamentos de GPS utilizados na cronometragem em perfeitas condições de uso ou indenizar a organização com o valor dos equipamentos acrescidos de nota fiscal e frete em caso de avaria nos mesmos.

 

ART.13 - PREMIAÇÕES:

 

Serão premiados com troféus pelo menos do 1º ao 3º lugares em cada categoria.

 

NOTA IMPORTANTE: Não será permitida premiação em dinheiro, premiação em forma de objetos será permitido apenas em forma de sorteio entre no mínimo os pilotos que foram ao pódio em cada etapa.

 

ART.14- REPAROS E MANUTENÇÕES:

 

1 - Os reparos deverão ser feitos fora da trilha dos testes especiais, preferencialmente no Parque de Apoio da prova.

2 - O apoio mecânico será permitido somente no parque de apoio determinado pela organização entre cada rodada. Qualquer tipo de intervenção em um veículo fora dessa área só poderá acontecer com anuência do diretor de prova e com o competidor fora da classificação na bateria em que esta intervenção ocorrer, sendo que no período enquanto este veículo estiver em manutenção, o mesmo não estará sendo considerado dentro da classificação da prova.

3 - Qualquer intervenção fora destas condições acarretará na desclassificação da equipe na prova/bateria em que o fato ocorrer.

 

ART.15 - BRIEFING:

 

Reunião OBRIGATÓRIA com todos os pilotos onde se passará informações importantes e relevantes sobre a prova, começa 30 minutos antes do horário de largada do primeiro piloto e é obrigatório para todos os pilotos.

 

ART.16 - PROVAS ESPECIAIS: (PROVA CONTRA O RELÓGIO)

 

- No início e no final das provas haverá uma placa indicando o local de largada e chegada,

- As especiais terão placas de INICIO (largada) e FIM (chegada) da especial de modo a manter o trecho seguro para os competidores..

- As provas especiais podem ou não contar desde a primeira volta, devendo esta situação ser informada no Regulamento Particular da Prova.

 

ART.17 – LARGADA / ÁREA DE LARGADA:

 

No início de cada especial se encontram os Fiscais de Largada, o piloto deve obedecer a fila pela ordem de largada estipulada pela direção de prova e/ou as instruções dos fiscais de largada que seguem a determinação da direção de prova.

 

ART.18 - PERCURSO / MARCAÇÃO:

 

- O percurso poderá ou não ser marcado por placas com setas indicativas de direção - direita e esquerda, sinal de confirmação de percurso e sinal de caminho errado, sinal de perigo, bumps, e outros.

- Em áreas de difícil marcação, poderão ser colocados bumps indicativos do caminho.

 

ART.19 - ÁREA DE CHEGADA

 

No final do trecho cronometrado estará a placa de FIM DE ESPECIAL e um fiscal, a partir deste momento O PILOTO É OBRIGADO A REDUZIR SUA VELOCIDADE para um máximo de 40 km/h de modo a manter a sua segurança e a dos demais expectadores, tendo em vista que a partir daí o trecho se encontra aberto a circulação de veículos, animais, carroças, etc.

 

EM HIPÓTESE ALGUMA O PILOTO DEVERÁ RETORNAR EM SENTIDO CONTRÁRIO A PROVA.

 

Para fins de cronometragem só se considera o tempo de chegada quando o conjunto piloto e UTV ultrapassar a fotocélula e/ou linha de chegada, mesmo que seja empurrando seu veículo.

 

 

ART.20 - PENALIZAÇÕES:

 

O piloto sofrerá uma penalização em tempo por cada infração a seguir. As penalizações serão impostas pela observação dos comissários ou Diretor de prova e agentes das autoridades do

Trânsito. Tal penalização deverá ser comunicada ao piloto no final da etapa.

 

          60 segundos.... Por obstruir ou tumultuar propositalmente os testes especiais na largada.

          30 segundos.... Por cada Pico de velocidade alcançado em zonas de Radar.

          60 segundos.... Por não estar presente à linha de largada quando o fiscal determinar.

          03 minutos....... Por encurtar e/ou caminho cada vez que passar a mais de 20 metros do roteiro definido através de WPT (waypoints).

ART.21 - DESCLASSIFICAÇÃO:

 

São motivos para desclassificação, devendo haver reclamação por escrito de um concorrente ou de um comissário desportivo, o direito de defesa do competidor e julgamento pelo júri de prova:

 

  1. Retirar ou danificar propositalmente sinalização da prova, Placas e Bumps.

 

  1. Obstruir propositalmente a trilha de uma prova especial.

 

  1. Ingerir bebida alcoólica antes (pela manhã) e durante o evento.

 

  1. Não respeitar a propriedade alheia (sítios, fazendas, etc.)

 

  1. Colocar a vida de crianças, pedestres ou ciclistas em risco.

 

  1. Nas provas especiais pilotar propositalmente em sentido contrário.

 

  1. Cometer uma infração Grave ou Gravíssima de trânsito, comprovado por autoridades competentes.

 

  1. Atitudes antidesportivas contra concorrentes (após julgamento).

 

  1. Desrespeitar autoridade da prova (Diretor, Comissários, Membros do Júri).

 

ART.22 - RESULTADO:

 

Ao término de cada rodada (bateria) ou a critério da organização, cada piloto deverá descarregar seu GPS junto à organização e terá que aguardar seu resultado individual a fim de conferir e expor reclamações quanto à seus tempos caso houver, será divulgado o resultado Parcial por categoria devendo os pilotos que não concordarem com o tempo do concorrente entrar com o recurso no prazo máximo de 10 minutos após a divulgação da parcial de sua categoria, este recurso deverá ser por escrito e ser fundamentado em situações reais não em hipóteses.

 

O resultado Final sairá após aprovação do resultado parcial e julgamento dos recursos caso haja.

 

O piloto que não estiver presente quando da divulgação do seu resultado individual e do resultado parcial, perdendo o prazo para reclamações, não poderá reclamar posteriormente mesmo havendo erro em seus tempos.

 

ART.23 - PROTESTOS:

 

- Os protestos contra pilotos, veículos e atitude anti-desportiva deverão ser feitos por escrito pelo piloto e entregue ao Diretor de Prova, até 05 (cinco) minutos após o horário ideal de chegada do último competidor.

- Protestos contra resultados deverão ser feitos por escrito pelo piloto e entregues ao Diretor de cronometragem até 10 minutos após a divulgação do resultado parcial em questão.

- Todos os protestos devem ser individuais e ESPECIFICOS POR ITEM e acompanhados de uma taxa no valor da inscrição da prova.

- Os protestos serão avaliados pelo Júri da Prova; caso haja procedência o valor será devolvido ao reclamante, caso contrário, reverterá a favor do Organizador da Prova.

- Não cabem protestos contra decisões das autoridades da prova.

- Conforme estatutos da FEPAMO e Código Disciplinar da CBM para recurso contra decisão do Júri da Prova o reclamante deverá encaminhar seu recurso a Comissão Disciplinar da CBM no prazo de 5 dias e acompanhado do valor de 05 salários mínimos.

- No caso de recurso contra decisão da Comissão Disciplinar o recurso deverá ser encaminhado até 10 dias após sua divulgação ao Tribunal de Justiça Desportiva e acompanhado do valor de 10 salários mínimos.

 

João Pessoa, 28 de maio de 2018.

 

COMISSÃO DE RALLY E BAJA – FEPAMO

 

OBS: ESTE REGULAMENTO PODERÁ SOFRER ALTERAÇÃO MEDIANTE REUNIÃO DA DIRETORIA DA FEPAMO, PORTANTO A VERSÃO DO REGULAMENTO DEVERÁ SER VERIFICADA NO FINAL DA PÁGINA E COMPARADA COM A PUBLICADA NA INTERNET.

 

 

 

 

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